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Quantificação neuronal no córtex cerebral de camundongos sob o uso do chá de Ayahuasca

Janille Santos Corrêa, Vanessa Almeida Amorin, Denismar Alves Nogueira, Evelise Aline Soares, Flávia Da Ré Guerra, Geraldo José Medeiros Fernandes, Wagner Costa Rossi Júnior, Alessandra Esteves

Revista Neurociências September 30, 2014 DOI: 10.34024/rnc.2014.v22.8067 via OpenAlex

Summary

AI-generated from the abstract

Ayahuasca, a psychoactive tea made from Banisteriopsis caapi and Psychotria viridis and used in religious contexts, was tested for its effect on the number of neuronal cell bodies in the mouse cerebral cortex. Fifteen mice were divided into three groups: a control group given saline for 15 days, a group given a single dose of ayahuasca extract, and a group given the extract daily for 15 consecutive days (dose 30 mg/ml). Alkaloids were confirmed in the tea. Image analysis showed no difference in the quantity of cortical neuronal cell bodies between the control group and either experimental group. The tea, at the dose and duration used, caused no quantitative change in neuronal cell bodies in the mouse cerebral cortex.

Study at a glance

Characteristics Controlled experiment Peer reviewed
Sample size 15
Population Mice
Dose 30 mg/ml
Duration 15 days
Topics Ayahuasca
Keywords Medicine
Citations 2
Key finding Ayahuasca extract at 30 mg/ml, whether given as a single dose or daily for 15 days, caused no quantitative change in neuronal cell bodies in the mouse cerebral cortex.

Abstract

Objetivo. A Ayahuasca, administrada em forma de chá, é resultado da cocção entre Banisteriopsis caapi e Psychotria viridis para fins re­ligiosos, tendo ação psicoativa. O objetivo deste estudo foi analisar quantitativamente corpos celulares no córtex cerebral de camundon­gos sob o uso do extrato de Ayahuasca. Método. Foram utilizados 15 camundongos, divididos em três grupos: grupo controle (G1), tratado com solução fisiológica por 15 dias; G2 tratado com uma única dose do extrato de ayahuasca e G3 tratado com o extrato de ayahuasca du­rante 15 dias consecutivos, na dose padrão para os dois grupos expe­rimentais de 30 mg/ml. Foi confirmada a presença de alcaloides no chá de Ayahuasca e a análise da quantidade de corpos celulares de neurônios foi realizada com o auxílio de um Sistema de Analisador de Imagens. Resultados. Não haver diferenças entre a quantidade dos corpos celulares no córtex cerebral do G1 em relação aos grupos G2 e G3. Conclusão. A utilização do chá de Ayahuasca na dose e tempo utilizados neste experimento, não causaram nenhum tipo de alteração quantitativa de corpos celulares de neurônios no córtex cerebral dos camundongos.

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